O Parmerense

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O Parmerense

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O Parmerense

autor: Robson Machado

formato: 14 x 21 cm - 63 páginas

sobre o livro: Somos caipiras Palmeiras nosso!

“Em se plantando dá” já estava nas letras de Caminha na rota para as índias que deram no Brasil. Caminho que europeus mais ao Norte começaram três séculos depois a singrar mares por conta das contas que não mais fechavam nas terras sagradas e então sangradas da Itália.

Eles vieram fazer a América e refazer suas vidas. No Brasil fizeram o país. Em São Paulo, não só na capital construíram fundos e mundos. No interior paulista, resgatando as raízes fincadas na Bota italiana, descalços semearam suor, plantaram saber, colheram amor.

Poucas certidões são tão italianas quanto brasileiras como a paixão com a alma palestrina e com o espírito de porco. A comunhão da Itália do Palestra com o Brasil do Palmeiras. Um clube de colônia que conquistou a América como ganharia o país como o maior campeão nacional.

Difícil entender o italiano. Complicado, o brasileiro. Impossível o palmeirense. Insuportavelmente intolerante na arte de torcer. Impossível descrever como comemora e corneta no mesmo momento. É do Palmeiras.

Não apenas somos assim. Mas poucos são como os tantos que se desentendem como buona gente mesmo vestindo uma só camisa, ostentando as mesmas cores, procissão da mesma fé.

O caboclo é forte. O caipira é uma graça. O palmeirense é tudo isso. A torcida que canta e vibra nas milhas de asfalto da capital e nos barros da terra roxa, verde, branca, vermelha, aquarela do Brasil que é Palmeiras. Forjada na mesma lama com a mesma alma dos que são filhos da pedra e frutos da poeira da cidade grande.

Este livro conta um pouco dessa brava gente que não é menos palmeirense. Nem mais. É palmeirense. Basta! Mas ela talvez seja ainda mais um pouco por nem sempre gritar que é porco no nosso parque. Mas por em cada canto desse país que foi mais nosso do que qualquer outro desfraldar a bandeira que é dela desde a fralda. Por empunhar nosso pavilhão que é de laço é de nó, é de sonho é de pó! É de nós todos.

O Palmeiras não é o Brasil que dá certo. É o país que pode ser tão brasileiro quanto estrangeiro. Tão urbano quanto rural. Tão você quanto eu. Tão de todos quanto é por nós.

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